O simpósio contou com a presença de gestores e instrutores das Escolas e Academias de todo o Brasil
Entre os dias 20 e 21 de maio deste ano, o diretor da Escola de Administração Penitenciária (EAP), Paulo Cunha, participou do I Simpósio da RESPEN (Rede das Escolas de Serviços Penais) em 2025, cujo tema era “Ações Educacionais Técnicos Operacionais”.
Realizado em João Pessoa, na Paraíba e promovido conjuntamente pela SENAPPEN - por meio da ESPEN e EGEPEN-PB, o evento debateu e abordar as melhores técnicas pedagógicas a serem empregadas nas ações educacionais voltadas para os policiais penais, seja no curso de formação inicial ou formação continuada, sobretudo os cursos operacionais.
O simpósio aborda metodologia e temas que são primordiais para o alcance desses objetivos, proporcionando aos instrutores informações e técnicas pedagógicas que irão contribuir na melhoria da ação educacional e minimizar os riscos inerentes aos cursos operacionais, culminando em melhorias significativas na formação e especialização de policiais penais.
Pontos abordados: Metodologia do Ensino Operacional; Segurança Jurídica e Eficiência no Ensino Operacional; Metodologia de Segurança na Instrução do Ensino Técnico-Operacional e Sobrevivência Policial Jurídico Administrativo.
A mesa de abertura do evento contou a presença do Diretor da EGEPEN-PB, Mazukyevicz Nascimento, da diretora da ESPEN, Stephane Silva de Araújo, e do secretário de Administração Penitenciária da Paraíba, João Alves.
O diretor Paulo Cunha, por sua vez, ressaltou a relevância do evento e a importância. “A instrução técnico-operacional exige, cada vez mais, metodologia científica e pedagógica adequada, moderna e eficaz, para o alcance dos objetivos propostas na ação educacional que é formar o policial penal eficiente, ético e assertivo”.
Um dos palestrantes do evento, o policial penal federal Fabrício Queiroz destacou que o I Simpósio da RESPEN comprova que a Rede de Escolas de Serviços Penais se consolidou. “Aqui em João Pessoa, nosso objetivo é apresentar as boas práticas da Escola Nacional em termos de instrução e diretrizes dos processos educativo-operacionais, para que nossos colegas gestores e instrutores de Academias de Policia Penal e Escolas de Serviços Penais compreendam os principais aspectos documentais e pedagógicos relacionados às ações educacionais de natureza técnico-operacional”, defendeu.
Diretora da ESPEN (Escola Nacional de Serviços Penais), Stephane Araújo salientou que a programação estava alinhada com os preceitos que a Escola Nacional de Serviços Penais. “A ESPEN sempre busca profissionalizar as ações, consolidar a escola como instituição de referência para a formação da polícia penal e lócus de construção do conhecimento qualificado”, frisou.
Para a diretora nacional, contar com a participação de 11 delegações que se encontraram presencialmente em João Pessoa, além da audiência remota qualificada, “é a garantia de que estamos no rumo da transformação e da mais adequada profissionalização e valorização dos servidores do sistema penitenciário brasileiro, como pugna o Plano Pena Justa, recentemente homologado pelo STF”, concluiu.
Texto: Núcleo de Comunicação Social - NCS/ SEAP-PA